Há precisamente 210 anos, a 12 de novembro de 1815, nascia em Johnstown, Nova Iorque, Elizabeth Cady Stanton, uma das figuras mais influentes do movimento sufragista nos Estados Unidos, e pioneira na luta pelos direitos civis das mulheres e pela igualdade de género.
Combinando pensamento político, escrita
incisiva e ação pública, tornou-se símbolo da resistência feminina à exclusão
legal e cultural.
Educada em
casa e depois na Emma Willard School, estudou direito informalmente com o pai,
que era juiz. Coorganizou a Convenção de Seneca Falls, em 1848, o primeiro
encontro formal pelos direitos das mulheres nos EUA. Redigiu a Declaração de
Sentimentos, inspirada na Declaração da Independência, exigindo sufrágio
feminino. Em parceria com Susan B. Anthony, fundou a National Woman Suffrage
Association, em 1869.
Defendeu não apenas o voto, mas também o direito ao divórcio, à educação e à propriedade para mulheres. Foi criticada por algumas feministas da época pela sua postura radical e por excluir questões raciais em certos momentos. Hoje é reconhecida como uma das fundadoras do feminismo moderno, com impacto duradouro na legislação e na cultura política. Faleceu em 26 de outubro de 1902, em Nova Iorque.

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