quarta-feira, 26 de novembro de 2025

DINHEIRO VS CONHECIMENTO!

Texto traduzido de: Olawale Kolawole

Muitas pessoas argumentam que um equilíbrio entre dinheiro e conhecimento é fundamental para o sucesso e para uma vida plena.

O dinheiro pode comprar conforto e ser usado para adquirir conhecimento por meio de educação e experiência.

O conhecimento por outro lado pode ser usado para gerar, gerir, tomar decisões financeiras sábias e utilizar o dinheiro de forma eficaz visando o bem-estar.

O conhecimento é um ativo mais fundamental porque pode ser usado para gerar mais dinheiro.

O dinheiro sozinho não garante felicidade ou total ou realização, mas pode melhorar o acesso a um conhecimento e educação melhores.

Você pode ganhar dinheiro, mas o conhecimento vai garantir que ele fique consigo.

Embora ambos sejam poderosos, o conhecimento geralmente é considerado superior ao dinheiro porque o seu conhecimento não pode ser retirado, pode gerar mais riqueza e oferece valores de longo prazo, enquanto o dinheiro é um recurso que pode perder se não for bem administrado.

Dinheiro pode abrir portas, mas conhecimento pode construir novas portas.

Agora assista ao pequeno e fabuloso vídeo clicando no seguinte link:

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segunda-feira, 17 de novembro de 2025

INAUGURAÇÃO DO CANAL DE SUEZ

Há precisamente 156 anos, a 17 de novembro de 1869, era oficialmente inaugurado o Canal de Suez, numa grandiosa cerimónia realizada no Egito, sob o patrocínio do Quediva Ismail Paxá. A obra, idealizada e dirigida pelo engenheiro francês Ferdinand de Lesseps, ligou o Mar Mediterrâneo (Porto Said) ao Mar Vermelho (Suez), criando uma rota marítima direta entre a Europa e a Ásia, sem necessidade de contornar o Cabo da Boa Esperança.

Esta foi uma das maiores obras infraestruturais do século XIX, e um marco de engenharia, com cerca de 160 km de extensão, configurando-se como um símbolo de modernidade e poder imperial. A inauguração contou com a presença de imperatrizes, reis e diplomatas europeus, refletindo o interesse geopolítico na região e transformando o comércio global ao reduzir em milhares de quilómetros as rotas comerciais entre Ocidente e Oriente.

A cerimónia incluiu um desfile naval e um luxuoso banquete. Consta que a ópera Aida, de Verdi, foi encomendada para a ocasião, embora só tenha estreado dois anos depois, em 1871. 

sexta-feira, 14 de novembro de 2025

RICHARD BURTON E ELIZABETH TAYLOR

Esta carta foi escrita por Richard Burton para Elizabeth Taylor apenas uma semana antes da sua morte, aos 59 anos, e oito meses após se casar com a sua última esposa, Sally Hay. Durante esse último ano de vida, ele e Liz nunca mais se viram. Mas o amor, esse, nunca partiu.

Elizabeth encontrou a carta em sua casa na Califórnia, quando voltou do enterro de Burton na Suíça.

Eis um trecho:

“Quero saber como estás, ódio meu, meu rosto e minha cruz, sombra e luz, minha pomba e meu corvo…

É domingo à tarde. Eu bebo… Minha solidão é uma casa enorme, vazia e inútil como esta.

Se pudesses responder-me… se ainda não fosse tarde demais para este marinheiro bêbado que deseja voltar ao seu cais…

Tu és como a chuva e a memória, clara e escura, a arma e a ferida, falsa e linda, ardente e fria…

Não há vida sem ti.

Tu és o osso e a veia, turva e clara, a parede e a hera, a erva que beijará minha lápide.

No fundo, nunca nos separamos. E acho que nunca o vamos fazer…”

Quem é capaz de amar assim, mesmo diante do fim?

Quem ainda deseja um amor que resista à ausência, ao tempo, ao orgulho… e até à morte?

Talvez, o verdadeiro amor nunca se vá.

Talvez, alguns corações jamais aprendam a esquecer. 

quarta-feira, 12 de novembro de 2025

ELIZABETH CADY STANTON

Há precisamente 210 anos, a 12 de novembro de 1815, nascia em Johnstown, Nova Iorque, Elizabeth Cady Stanton, uma das figuras mais influentes do movimento sufragista nos Estados Unidos, e pioneira na luta pelos direitos civis das mulheres e pela igualdade de género. 

Combinando pensamento político, escrita incisiva e ação pública, tornou-se símbolo da resistência feminina à exclusão legal e cultural.

Educada em casa e depois na Emma Willard School, estudou direito informalmente com o pai, que era juiz. Coorganizou a Convenção de Seneca Falls, em 1848, o primeiro encontro formal pelos direitos das mulheres nos EUA. Redigiu a Declaração de Sentimentos, inspirada na Declaração da Independência, exigindo sufrágio feminino. Em parceria com Susan B. Anthony, fundou a National Woman Suffrage Association, em 1869.

Defendeu não apenas o voto, mas também o direito ao divórcio, à educação e à propriedade para mulheres. Foi criticada por algumas feministas da época pela sua postura radical e por excluir questões raciais em certos momentos. Hoje é reconhecida como uma das fundadoras do feminismo moderno, com impacto duradouro na legislação e na cultura política. Faleceu em 26 de outubro de 1902, em Nova Iorque. 

segunda-feira, 10 de novembro de 2025

CLAUDE RAINS

“A dignidade é a única coisa que não se pode fingir.”

Claude Rains nasceu em Londres a 10 de novembro de 1889, e foi um dos grandes atores da Era de Ouro de Hollywood, conhecido pela sua voz inconfundível, presença sofisticada e talento para interpretar personagens ambíguos e intensos. Naturalizou-se cidadão norte-americano em 1939 e deixou uma marca profunda no teatro e no cinema.

Lutou na Primeira Guerra Mundial e ficou parcialmente cego de um olho após um ataque com gás. Era conhecido por decorar não apenas as suas falas, mas todo o guião. 

Tinha uma voz grave e refinada, que se tornou a sua marca registada. Apesar da aparência aristocrática, cresceu em condições humildes e superou uma gaguez na juventude.

Claude Rains foi um mestre da ambiguidade moral no ecrã. Elegante, irónico, por vezes sombrio, mas sempre magnético. A sua carreira é um testemunho da arte de representar com subtileza e profundidade. Faleceu em New Hampshire, EUA, a 30 de maio de 1967. 

sexta-feira, 7 de novembro de 2025

ANÓNIMO

MAIORES DE 50

“Não toque em pessoas com mais de 50 anos. Estou a falar sério.

Eles não são apenas outra geração: eles são uma verdadeira espécie de sobreviventes.

Duros como o pão do dia, rápidos como os chinelos da avó jogados com precisão de boomerang. Aos cinco anos já “liam” o humor da mãe pelo tilintar da panela; aos sete tinham um porta-chaves com instruções:

“Encontras a comida no frigorífico: aquece-a, mas não entornes.”

Aos nove cozinhavam sem receita; aos dez sabiam fechar a água e fugir do cachorro do vizinho com um balde na cabeça.

Eles passavam o dia inteiro na rua, sem telemóvel, com uma rota clara: barra de dominadas, rio e regresso a casa à noite, com os joelhos cobertos de cicatrizes: o mapa das suas pequenas batalhas.

E eles sobreviveram.

Selaram os arranhões com saliva e folhas de borracha, e quando doeu, escutavam: "Se não ficou pendurado, é porque quase não dói.”

Comiam pão com açúcar, bebiam do aspersor do jardim — um microbioma que invejaria qualquer iogurte — e não conheciam alergias. E se tivessem, não diziam nada.

Eles sabem quinze truques para remover manchas de erva, gordura, sangue ou tinta, porque eles sempre tinham de voltar “apresentáveis”.

E isso não é tudo. Eles passaram por:

– rádio de transístores,

– TV a preto e branco,

– gira-discos e vinis,

– gravadores de bobinas e fitas,

– CD e Discman,

E agora eles carregam milhares de músicas no bolso..., mas sentem falta do rangido de rebobinar cassetes com um lápis.

Com a carta de condução na mão, eles atravessaram o país num carro velho, sem hotéis, ar condicionado ou GPS. Apenas um mapa de estradas e uma sanduíche de ovo no porta-luvas. Eles chegavam sempre, sem o Google Tradutor, sorrindo.

Eles são a última geração que viveu sem internet, sem bateria sobresselente e sem a ansiedade de ficar sem bateria.

Lembram-se do telefone fixo pendurado num canto do corredor, livros de receitas em cadernos e não em aplicativos, e aniversários que apontavam... Ou costumavam esquecer.

Eles:

– consertam tudo com fita isolante, clipe ou alicate,

– tinham apenas um canal de TV e não se aborreciam,

– “folheavam” a lista telefónica, não um feed,

– acreditavam que uma chamada perdida significava “Estou bem, eu ligo de volta.”

Eles são diferentes. Eles possuem um “amianto emocional”, um sistema imunológico forjado na escassez e reflexos de ninja urbano.

Não toque num cinquentão: ele já viu mais, viveu mais fundo e carregou no bolso um doce de hortelã mais velho que o seu filho.

Sobreviveu à infância sem cadeira de carro, sem capacete e sem protetor solar. Escola, sem laptop. Juventude, sem scroll infinito.

Não procura respostas no Google: confia no seu instinto.

E tem mais memórias do que as suas fotos na nuvem. 

DINHEIRO VS CONHECIMENTO!

Texto traduzido de: Olawale Kolawole Muitas pessoas argumentam que um equilíbrio entre dinheiro e conhecimento é fundamental para o suces...