"Agora que estou morto, digo a todos: não fume."
Yul Brynner
foi um ator russo-americano de presença magnética e visual inconfundível,
célebre pela cabeça raspada e voz grave. Faleceu a 10 de outubro de 1985, tendo
deixado uma comovente mensagem com esta frase, gravada após ser diagnosticado
com cancro de pulmão.
Nasceu a 11
de julho de 1920 em Vladivostok, Rússia, e teve uma vida marcada por
deslocações. Viveu na China, França e Estados Unidos, onde construiu sua
carreira artística. Além de ator, foi fotógrafo, escritor e ativista contra o
tabagismo.
Começou como
acrobata e locutor de rádio, mas foi no teatro que encontrou o seu grande
papel: o Rei Mongkut do Sião em The King and I, que interpretou mais de
4.600 vezes ao longo de décadas. A versão cinematográfica de 1956 rendeu-lhe o
Oscar de Melhor Ator. Tornou-se símbolo de autoridade e exotismo em Hollywood,
atuando em filmes como Os Dez Mandamentos (1956), Anastasia
(1956), Salomão e a Rainha de Sabá (1959) e Westworld (1973).
Yul Brynner permanece como uma figura icónica do cinema clássico, cuja vida cruzou continentes, culturas e linguagens. Um verdadeiro cidadão do mundo com uma presença inesquecível.

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